Saltar para o conteúdo

Bernardino Soares

A fotografia como ponte para descobrir, comunicar e conhecer

Bernardino Soares parte da história do país e da família para as transformar em arte conceptual.

Bernardino Soares starts from his country’s and family’s history to transform it in conceptual art, and understands photography as a form of painting. After studying photography in Indonesia, Bernardino Soares decided to open a company, in 2012, that provides services in photography, video-making, and training. He promotes activities with youths, cultivating photography as a way to know the world and to share experiences.

Bernardino Soares parte da história do país e da família para as transformar em arte conceptual, entendendo a fotografia como uma pintura. Recorda que quando era criança sempre brincou com a máquina fotográfica do pai. A arte apareceu na sua vida pela dança criativa no Centro de Juventude Padre António Vieira, experiência que abriu caminho para se conectar com a sua sensibilidade e conceptualidade, interrogando-se como transformar sentimentos em algo visual. No secundário costumava fotografar com amigos e decidiu ir estudar fotografia para a Indonésia. Quando regressou a Timor-Leste começou a trabalhar como fotógrafo para as Nações Unidas, onde aprendeu muito sobre fotografia, vídeo documental e “final arts”.

Em 2012 Bernardino Soares decidiu fundar uma empresa que presta serviços nas áreas de fotografia (artística, de eventos, documental), vídeo e formação. A experiência na área, as competências especializadas, o estudo e pesquisa permanentes têm contribuído para manter a sua atividade e os clientes nacionais e internacionais.

Na área da formação, tem dinamizado actividades com jovens, promovendo a fotografia como meio de expressão, de conhecer o mundo e como meio de partilha de experiências. Tem como objectivos, a edição de um livro de fotografia e a produção de exposições individuais, nacionais e internacionais, a promoção da fotografia no país e a educação de novos fotógrafos: “Na fotografia “temos de estar livres, abertos à imaginação, e ser um pouco loucos.”