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Cabo Verde: PROCULTURA assinala a conclusão do projeto «CIMBOA – Património para o Desenvolvimento Sustentável»

  • Cabo Verde

28 de Outubro de 2025

Teve lugar no dia 17 de outubro, na cidade da Praia, a cerimónia de lançamento do Catálogo «Cimboa – Património Imaterial de Cabo Verde», que marcou o culminar do projeto implementado pelo Instituto do Património Cultural (IPC) de Cabo Verde, com o financiamento do PROCULTURA.

O evento, que integrou o programa do Dia Nacional da Cultura e das Comunidades, decorreu no Palácio do Governo e contou, entre outras, com a presença do Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga; da Presidente do Instituto do Património Cultural, Ana Baessa; da Embaixadora da União Europeia em Cabo Verde, Sylvie Millot; e do Embaixador de Portugal em Cabo Verde, João Queirós.

Com o lançamento desta publicação, Cabo Verde passa agora a contar com um repositório da história, construção e prática da Cimboa, instrumento classificado como Património Cultural Imaterial Nacional. O Catálogo «Cimboa – Património Imaterial de Cabo Verde» é um dos principais resultados do projeto «CIMBOA – Património para o Desenvolvimento Sustentável», implementado com o apoio do PROCULTURA desde 2022, e que teve como principal objetivo a promoção, valorização e ensino do instrumento.

Para além das intervenções institucionais e do lançamento do Catálogo, a sessão contou ainda com dois momentos culturais e com a projeção de um vídeo sobre as atividades do projeto, nomeadamente a arte de construção da cimboa. Na sua intervenção, o ministro Augusto Veiga aproveitou para sublinhar o valor simbólico da celebração deste instrumento, precisamente no ano em que se comemoram os 50 anos da independência de Cabo Verde, acrescentado que “graças ao financiamento da União Europeia, foi possível criar uma ponte entre o passado, o presente e o futuro da cimboa”.

O PROCULTURA é um projeto financiado pela União Europeia, que é gerido e cofinanciado pelo Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e conta também com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian. Dispõe de um orçamento de 19 milhões de euros e tem como objetivo contribuir para a criação de emprego em atividades geradoras de rendimento na economia cultural e criativa nos PALOP e em Timor-Leste.

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