PALOP-TL: PROCULTURA convoca os parceiros para debater estratégia de saída do Projeto
29 de Outubro de 2025
Decorreu nos dias 15 e 16 de setembro, nos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, e no dia 26 de setembro, em Timor-Leste, o workshop regional de apresentação da Estratégia de Saída do PROCULTURA. O evento reuniu beneficiários diretos do projeto, pontos focais de Ministérios e de instituições públicas e privadas, artistas e agentes culturais.
Depois de um processo muito participado, de auscultação prévia aos parceiros e demais atores dos setores público e privado, foi elaborada uma proposta para a Estratégia de Saída do PROCULTURA. O principal objetivo? Partindo das atividades implementadas ao longo dos últimos seis anos, elaborar algumas recomendações que garantam a sustentabilidade dos resultados alcançados, identificando ações prioritárias para a transferência de responsabilidades.
A apresentação das conclusões realizou-se em dois dias, num evento híbrido (online e presencial) em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Timor-Leste contou com uma sessão individual da apresentação no dia 26 de setembro.
O primeiro dia de trabalhos foi dedicado ao resultado 1 do PROCULTURA, ou seja, a todas as atividades implementadas com vista ao reforço de competências criativas, técnicas e de gestão dos recursos humanos no setor da cultura. Já no segundo dia, refletiu-se sobre os resultados 2 e 3: iniciativas com vista ao aumento da difusão da música e artes cénicas nos mercados nacionais e internacionais; e à promoção da criação e difusão da literatura infantojuvenil, respetivamente.
O objetivo final destes encontros foi a apresentação, discussão e validação das recomendações apresentadas, com vista à elaboração do documento final da Estratégia de Saída do PROCULTURA. Esta atividade foi promovida e organizada pelo Camões, I.P. e pela Assistência Técnica à Coordenação do PROCULTURA, implementada pela CESO Development Consultants.
O PROCULTURA é um projeto financiado pela União Europeia, que é gerido e cofinanciado pelo Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e conta também com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian. Dispõe de um orçamento de 19 milhões de euros e tem como objetivo contribuir para a criação de emprego em atividades geradoras de rendimento na economia cultural e criativa nos PALOP e em Timor-Leste.



