Residência artística “Kaminhus di Arti” decorre entre abril e maio em Bissau e Malafo
14 de Abril de 2026
A iniciativa da Fundação Bienal MoAC Biss reúne artistas emergentes num programa de criação e investigação centrado na memória e nas práticas contemporâneas.
A residência artística “Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento” realiza-se entre 20 de abril e 11 de maio de 2026, com atividades em Bissau e Malafo, na Guiné-Bissau. Integrada no programa da Fundação Bienal MoAC Biss, a iniciativa propõe um espaço intensivo de criação, reflexão e experimentação artística.
Concebida como uma residência multidisciplinar, Kaminhus di Arti parte da relação entre memória, corpo e práticas artísticas contemporâneas, convocando referências culturais locais, como a figura do Djidiu, enquanto mediador de saberes e narrativas intergeracionais. O programa promove o cruzamento de linguagens como performance, som, imagem, texto e artes plásticas, incentivando processos de pesquisa e criação colaborativa.
Ao longo de três semanas, os participantes terão acesso a acompanhamento curatorial e científico de Welket Bungué, Rita de Matos e Bárbara Wahnon, bem como espaços de trabalho, encontros comunitários e visitas a parceiros culturais, culminando numa apresentação pública dos projetos desenvolvidos. A residência integra ainda o percurso da Bienal MoAC Biss, prevendo a apresentação dos trabalhos na edição de 2027.
Com enfoque em artistas emergentes, a iniciativa reforça o papel da criação artística como espaço de reflexão crítica e de construção de futuros, contribuindo para a dinamização do panorama cultural da Guiné-Bissau e para o fortalecimento das redes artísticas no contexto africano.
Conheça mais sobre esta iniciativa e os artistas selecionados aqui.

